Posted by criacao

Cantando no WC- Meu iáiá meu iôiô

Wando canta no Banheiro.

Que atire o primeiro pandeiro que nunca escutou a doce melodia do apaixonado Wando em homenagem a sua Iaiá seu Ioiô.
Chiclete de ouvido, essa canção embalou multidões.
Nós mulheres de calcinha do Banheiro Feminino, temos o prazer de traduzir mais essa pérola do cancioneiro popular romântico brasileiro.
Wando é pop, Wando é peixe, Wando é sexy, Wando é fogo, Wando é paixão.


Fogo e Paixão

Você é luz, é raio estrela e luar, manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô.
Você é sim, e nunca meu não, quando tão louca me beija na boca e me ama no chão.
Você é luz, é raio estrela e luar, manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô.
Você é sim, e nunca meu não, quando tão louca me beija na boca e me ama no chão.
Me suja de carmim, me põe na boca o mel, louca de amor me chama de céu, oh oh oh oh oh oh oh oh oh!
E quando sai de mim, leva meu coração, você é fogo eu sou paixão!
Quando tão louca me beija na boca e me ama no chão.

Caminhando, cantando e entendendo a canção.
Você é luz, é raio estrela e luar, manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô

SL. Wando abre sua melodia enaltecendo o brilho de sua amada. Comparando sua musa a inúmeros numeráveis quatro fenômenos da natureza: estrelas, aos raios de luar, o luar propriamente dito enquanto lua e as manhãs de sol.
Meu Iaiá é um sinônimo de minha querida, uma coisa poética e amorosa. Já o “meu ioiô” tem uma conotação mais sexual. Se é que me entende. Essa coisa de ir e vir, vir e ir, e ir e vir e vir e ir. Sacou?
Ô ioiô gostoso.

WN. Sujeito na sêca, super necessitado de um sexo, pira e fala tudo que vem à cabeça pra conseguir comer a moça (iaiá), mas não esquece de enaltecer o próprio objeto de orgulho, na sua opinião, uma coisa fofa além do fato explícito de que ele vai e vem, o seu ioiô. Ele infantiliza a relação para suavizar o seu tesão incontrolável.

Você é sim, e nunca meu não, quando tão louca me beija na boca e me ama no chão.

SL. A amada é facinha e dá mole pra Wando. Isso fica claro quando ele declara que ela é sempre sim e nunca o não.
E a Iaiá ainda é louca, o beija na boca e dá pro astro no chão, ou seja, ela abre mão daquele colchãozinho, do conforto de uma cama macia, de uma redinha na varanda, etc… É! Para Iaiá não importa que o chão seja duro, o que ela quer é rosetar.

WN. Facérrima. Depois não vai ficar chorando pitanga lá na Sabia Mahara.

Me suja de carmim, me põe na boca o mel, louca de amor me chama de céu, oh oh oh oh oh oh oh oh oh!

SL Carmim número cinco da Loreal é o batom que Iaiá usa para borrar Wando pelo corpo todo.
Me põe na boca o mel demonstra um ato claro de sexo oral. E enquanto Wando manda ver em Iaiá, a impiedosa dona do mel pede sem clemência que ele a leve para o céu e berra: oh!oh!oh!oh!
Pobre Angélica, essa ia de Táxi e com o César filho. Cruzes. (essa matéria é de 2005)

WN. Colega, agora pegou pesadíssmo, chamar aquela água sanitária de mel, não sei não. O fato é que após uma rolada no chão e de ter lambuzado o astro de batom, alguém aí gozou e deve ter sido o Wando pelos urros alucinados.

E quando sai de mim, leva meu coração, você é fogo eu sou paixão!

SL Ato sexual findo ela sai de Wando deixando saudades, ou seria Wando que sai dela? Ah! Tanto faz.
Alta combustão entre fogo e paixão. Poético isso! Quantas calcinhas terá Iaiá deixado para a coleção do astro?
Conclusão: a melodia de Wando é uma Ode ao sexo entre apaixonados

WN. Desculpe vou ali vomitar e já volto. Não consigo controlar minha ânsia quando imagino o ioiô do Wando saindo murcho e aos pingos de dentro da iaiá.

Lidando com o novo clima

Ainda lembro daquele tempo em que a gente ia à praia, bem aqui em frente de casa e depois tirava o sal no piscinão da pérgula do Copa. Eu quedava na minha chaise, sombreada e dispensava o uso de filtro solar que, então, era generosamente substituído pelo meu Rayto de Sol que trazia de minhas idas à Buenos Aires, quando batia pernas horas e horas pela Caje Corrientes. A pele ficava lustrosa, brilhava mesmo. E eu ali semi-deitada, semi- sentada, munida de um bom turbante, estalava os dedos para chamar Régis, que trazia na bandeja de prata mais um Daiquiri.
Bons tempos, diferentes de hoje, quando a gente se vê encomendando carregamentos de potinhos anti-mofo para colocar um em cada prateleira da casa.
Sendo assim, obrigada a conviver com o novo clima que assola Copacabana, o bairro da cidade cinza, nublada e de areias permanentemente úmidas, vamos dar a volta por cima, todas nós, subindo na galocha e lidando com a realidade do aquecimento global e suas implicações em nosso day by day.

LAVANDERIA

Eu que não sabia como a coisa se operava. Firmina, minha criada gorda que mamãe trouxe de Portugal, todas as manhãs invade meu closet e leva consigo uma trouxa de roupas usadas, não sujas, para a lavanderia do apartamento. Antigamente elas voltavam secas e passadas e Firmina ainda as dobrava com capricho por ordem alfabética em minhas prateleiras e gavetas com frente de vidro. Hoje, para minha surpresa, faltou uma anágua de cetim rosa bebê.
Protestei.
Firmina me expôs a situação. As roupas acumuladas na lavanderia entram nas máquinas e tanques de lavar roupas, são centrifugadas umas e torcidas outras. Há ainda aquelas que não toleram a torção e que pedem baixa umidade do ar para secarem au naturel.
Desde 2006 que isto não acontece. Não vamos perder o rebolado por causa disso. São varais e mais varais com roupas úmidas que vão ficando com aquele cheiRo, um misto de Comfort com bolor.
Amiga baranga, estamos em 2009, o clima é Blade Runer, porém deveríamos ser modernas e práticas. Compre uma boa secadora, mande sua criada bater perna num 5 à séc, mas nada de vestir calça jeans com o fundilho molhado. Isso não. Revolte-se, mesmo que isso lhe custe um pouco de encolhimento, mas faz-se necessária uma reforma na área de “selviço”.

LAZER

Fim de semana no campo. Quão prazeroso é um final de semana dez graus abaixo dos meus 37 costumeiros! Entrávamos no Opala de papai e a família partia rumo a Petrópolis, mais exatamente Itaipava, reduto pouco freqüentado nos anos 70 que hoje exporta uma renomada e homônima cerveja. Eu só tomo as pretas.
Clima ameno, chuvas à tardinha e sol pra subir e descer as malharias do Centro. Depois um chá no D’Angelo e a volta à Itaipava, onde nos perdíamos mirando as silhuetas das montanhas.
Isto não nos pertence mais, como ouvi falar uma pessoa no Televisor.
Malas prontas, lá fomos nós, eu e meus amigos Rony e Tony, com uma leva de DVDs e CDs, ultrapassar toda uma linha vermelha para finalmente curtirmos o nosso pós-reveillon na serra. Guias de restaurante na mão, reservamos uma mesa, uma tarde toda na Locanda, atendidas pessoalmente por meu quase irmão Dânio Braga.
Depois de três dias de chuva ininterrupta, fomos ao João Flora que fica logo ali em Pedro do Rio e adquirimos três botinas Zebu. Elas são rústicas, mas atendem perfeitamente o nosso objetivo, com um certo charme country. Depois de nos lambuzarmos com as iguarias de Danio e sairmos altinhos os três, dos vinhos que absorvemos, acompanhados por um enorme ombrellone, voltamos ao veículo que nos levou de volta à origem.
A chuva não parou até que um dia, depois de 10 com a chuva a nos brindar todas as manhãs, dias e noites, resolvemos ignorar o detalhe meteorológico e partir para fazer o que quiséssemos com a chuva e tudo.
Esta é a dica apocalíptica: uma vez que o aquecimento global está aí e vivemos desde que o ano começou, debaixo de chuva, não devemos nos intimidar diante da atual situação do clima.
Botei um bom duas peças, Rony e Tony, seus caleçons e fomos dar um tchibum na cachoeira perto do nosso chalé. Duas peças, toalha no pescoço e as botinas zebú, ficamos engraçadinhos.
Lá fomos nós rio acima, o volume de água era grande. Avistamos uma aglomerado logo adiante com troncos, mato e algumas pedras. Pensei ser um sambaqui, mas que nada.
Enquanto Rony e Tony cheiravam flores exóticas e molhadas, ouvimos um estrondo da natureza. Depois de corrermos e nos pendurarmos os três abraçadinhos em cima de um tronco atravessado, sentimos os respingos em nossos traseiros e pudemos avistar uma cama de solteiro descendo rio abaixo junto com a enxurrada. Cabeça d’agua, ficamos sabendo na venda onde tomamos cada um, um trago de pinga pra desidratar pelo menos um pouco.
Voltamos caminhando e tivemos ainda que lidar com as barreiras caídas em nosso caminho de casa. Lá ficamos até ontem quando meu vizinho, sobrinho de um certo ex-presidente, nos emprestou gentilmente seu helicóptero que parou ali mesmo na Lagoa de onde eu voltei para o Chopin, Tony e Rony para a Dias Ferreira, onde têm um bistrô.
Continuo determinada a ignorar as previsões e hoje me preparo para um piquenique no Parque da Cidade. Levo uma capa, minha botina Zebu que virou coqueluche entre meus vizinhos do Chopin e uma sombrinha.

Amigas barangas, estas são as minhas primeiras observações e recomendações para você que pode estar aí sem saber como lidar com nosso novo clima tropical.
Siga meus passos que você vai bem.
Aguardem mais para o tema Aquecimento Global, e não estou falando do povo do Projac.

La Chanel

TUDO O QUE VOCÊ QUERIA SABER SOBRE O BANHEIRO FEMININO – se faltar alguma coisa, pergunte.

Nossa, o site está estranho, não está sendo muito atualizado, o que aconteceu com o lay out? Cadê isso, cadê aquilo?

Para responder sobre essa e outras “questãs” aqui vai esse post com a nossa auto-entrevista. SE nós esquecermos de nos perguntar alguma coisa, pergunte.

1- Por que o Banheiro Feminino está em formato de blog?
Porque sem grana não dá pra ficar brincando de ser um site estruturado, bancar as despesas de hospedagem e transferências de dados. Além disso, um site em pleno funcionamento precisa de colunistas trabalhando, o que é impossível sem din din.

2- Quantas pessoas fazem o Banheiro Feminino?
Atualmente uma pessoa atualiza o blog de vez em quando, coloca alguns artigos antigos, mantém o facebook e o twitter. Além dela, a Sábia Mahara responde suas consultas.

3- Vocês fazem o que da vida?
Bem, essa pessoa que vos fala tem casa, roupa pra lavar, trabalho, livro pra escrever, criança pra pegar na escola, cachorros pra alimentar, limpar coco e vacinar uma vez por ano.

4- Por que o site não está tão atualizado quanto antes?
Porque preciso fazer coisas triviais como pagar conta de luz, telefone e atender aos clientes que me proporcionam alguma verba. Além disso, com todo amor que tenho pelo site e pelo trabalho filantrópico, colunistas voluntários não existem, e nem deveriam existir.

5- Por que o Tio da Limpeza não tem respondido?
Porque ele também tem que providenciar o leitinho das crianças, se é que você me entende.

6- Por que não continuam com o Fodecast?
Porque é uma produção que demanda um estúdio de gravação, pós produção e edição de áudio, trilhas etc. Sem grana, sem Fodecast.

7- O que vai acontecer com o site?
Não faço a  menor ideia, mas por ora, estou colocando uma placa de Banheiro Entupido. Se um roto rooter aparecer, o negócio pode continuar, se não, consideremos a última temporada.

8- Vocês vão sumir do mapa?
Provavelmente manteremos alguma presença online. Se não for na web (blog, site, Twiter, FB), quem sabe no celular mais próximo.

9- Onde eu posso ler algum conteúdo do Banheiro Feminino, se não for no site?
Temos um livro publicado que tem que ser encomendado aqui mesmo.
Facebook – você pode ir até lá e dar um “like” ou “curtir” e quem sabe prolongar um pouco a existência desse conteúdo que necessita tanto de reposição hormonal.
Twitter – o velho e bom Cagado.

10- Eu quero comprar o site. O que vem dentro dele?
15 anos de conteúdo
Pioneirismo na internet brasileira
Vários prêmios
Muita mídia gratuita gerada e muita por vir
Conteúdo original
Mais de 30 personagens consagrados e sessões
Um vasto material de pesquisa sobre o comportamento da mulher e do homem brasileiro e online
Público que frequenta o site, o twiter e o FB.
O único site feminino que não se preocupa nem em agradar ao seu homem nem em ser o mais descolado e cabeça. Apenas em ser como são as mulheres bem-humoradas.

11- O que falta para vocês funcionarem plenamente?
Um patrocinador, um portal que nos dê visibilidade, verba, carinho, sexo, hidratação e mais uma listinha que podemos mandar caso alguém se interesse.

GINÁSTICA CASEIRA PARA PRIMAVERA/VERÃO



Ai, que cansaço!!!
Mal chega a época do tempo quente, toda uma manifestação publicitária do tipo “EMAGREÇA PARA O VERÃO” chega junto!

Partem do princípio de que nós estamos SEMPRE GORDAS!
E nos varrem com aquelas imagens de pequenas magérrimas, com cinturinhas de vespa, sempre desejadas por belos homens igualmente malhados…

 

 

 

Eles não percebem que a gente tem preguiça, que achamos um saco ficar malhando em academias, suando em bicas, totalmente neuróticas em TER QUE NOS PADRONIZAR!
Oh, por favor, deixem-me morrer assim, sedentária…
NÃO!!! – GRITAM OS PUBLICITÁRIOS E TODOS OS HOMENS DO MARKETING DO EMAGRECIMENTO.
-Força, mulher!
-Você pode!
-Você é capaz!
-Existe uma pantera dentro de você… Libere-a!!!

OK, OK, se é pelo bem da humanidade, se vocês realmente acham que eu estou ocupando muito espaço no planeta, se vocês acham que eu posso emagrecer uns (dezoito!!!) quilinhos, TENTAREI!
Ligo a TV para acompanhar um daqueles milhares de programas sobre boa forma, onde professoras com impecáveis roupinhas coloridas de ginástica – que jamais amassam e nem perdem o vinco – não suam UMA GOTA para mostrar o que você pode fazer.
-São só cinco minutinhos por dia – prometem elas!

MENTIRA! Você acaba gastando o dia inteiro preocupada em fazer step e abdominal e manter a postura correta e a coluna ereta e o tórax relaxado e a alimentação sadia e a pele boa e o astral pra cima… UFA!!!
-Se você, por acaso, mora numa casa de dois andares, ótimo, aproveite as escadas e suba-e-desça sem parar. Se você mora em apartamento, esqueça o elevador: mesmo morando no 15º andar, VOCÊ PODE FAZER UM FAVOR A SI MESMA!!!
-É???

-Abdominais com peso na barriga: você pode pôr uma lista telefônica, um aparelho de televisão ou mesmo uma geladeira… Quanto mais peso, melhor, minha amiga!!!
-Jura?
-Muito líquido. Milhões de litros por dia. Não faça outra coisa na vida a não ser beber água… Beba uma banheira de água, uma piscina, um riacho – contanto que não seja doce! Coca? Tá louca? Só do tipo zero e, mesmo assim, como último pedido no leito de morte.
-Mas…
-Comer??????????????? Nem pensar!!!!!!! Você já está GORDA O SUFICIENTE! Vai pra Rino Parade… Esse papo de comidinha dietética não está com nada… Você é o que você come… Abriu a boca, engordou… Olha isso, enquanto eu falava, você já deu uma inchada… Pobre coitada!!!
Nenhuma mulher no mundo é obrigada a aguentar esse texto, concordam? Então neste verão faça tudo aquilo que te deixar mais feliz. Claro que caminhadas e bons copos de água ajudam qualquer pessoa a manter o corpo e o espírito saudáveis – não só as mulheres e não só no verão! Mas, na hora de caminhar, dê preferência a lugares arborizados, tente andar despreocupadamente, respirando profundamente, sem ter o “mercadológico” compromisso de emagrecer-e-ficar-linda-e-parecer-jovem!

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SOS Baranga – independência ou morte?

E hoje, uma dia marcante, sete de setembro, vamos comemorar a independência! Ou morte? Estou dividida, sempre fico assim quando ouço essa pergunta: Independência ou morte? Por que deveria escolher entre as duas? Seria a independência uma coisa assim tão complicada que como alternativa poderíamos escolher a morte? Quando papai fez a passagem me deixou assim, herdeira de sua pensão de almirante, morando aqui neste apartamento colado no Copa, com Firmina a me servir – já está vehinha, mas não ha mais funcionárias portuguesas como ela. Tenho bonitas peças em meu mobiliário assinado por renomados designers brasileiros e estrangeiros, como esta cadeira de Tenreiro na qual me sento enquanto dito meu texto.
Pra que estou falando isso tudo? Não sei. Começo assim, organicamente, mas eu queria fazer aqui um protesto velado – eu acho bonito isso de protesto velado – por nós herdeiras de pais militares que vivem bem em Copacabana e nem por isso devemos optar pela morte, só porque receberemos a polpuda mesada de papai até que façamos nós mesmas a passagem.
Eu pretendo usufruir da minha dependência e assim poder me dedicar a análises sobre o comportamento, a moda, o estilo, as tendências. Se não fosse papai, não estaria eu, Laura, a Chanel aqui a ditar essas mal traçadas linhas.
Sendo assim, quero chamar atenção para um problema, esse sim mais importante que essa pergunta que todo ano reaparece nesta data (independência ou morte?): a intencional imbecilidade das manchetes da internet. Se você pega um jornal de papel, não conseguimos mais achar o que chamamos de jornalismo como era nos tempos em que papai descia o couro por aí. Mas se ficamos a navegar na rede mundial de computadores, só posso acreditar que há um plano maléfico de imbecilização mundial.
Hoje abri uma manchete que estava na primeira página da globo.com. Ela dizia: Pe Lanza: “Não briguei com ninguém”
Curiosa, sem entender se Pe era pé, mas estava sem acento ou era pê que estava sem acento, cliquei e descobri que trata-se do nome de um petiz. Uma briguinha entre namorados é descrita e desmentida pelos pombinhos. Não satisfeito em relatar tamanho problema, há uma segunda parte da reportagem com o título: Entenda o caso, a exemplo de reportagens sobre crimes hediondos e  ataques terroristas a prédios altos. Em seguida, uma explicação para posicionar quem não sabe exatamente do que estão falando. E o mais interessante, eu continuo sem fazer ideia de quem são so dois pombinhos, mas faço sinceros votos de felicidade aos dois que me parecem muito jovens para tanta celeuma.

Aqui está o link para tão importante reportagem que está apenas salpicada entre tantas outras de mesma relevância.

Beijíssimas
Laura Chanel

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